ISSN 3086-5182 (Online)
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Athena Latino-Americana

Vol.1, No.6 (Setembro 2026)
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Título

PROTECCIÓN DE DATOS PERSONALES COMO BIEN JURÍDICO PROTEGIDO

 

PROTECCIÓN DE DATOS PERSONALES COMO BIEN JURÍDICO PROTEGIDO

DOI: 10.69720/3086-5182.2026.000070 País: Equador Submissão: 2026-09-15 Publicação: 2026-09-26 Palavras-chave: Proteção de dados pessoais; Direito fundamental; Autodeterminação informativa; Privacidade; Inteligência artificial; Ordenamento jurídico equatoriano

Autores

Juan Carlos Illescas Navarrete*
Autor correspondente
Licenciado en ciencias publicas y sociales, dr en jurisprudencia y abogado de los tribunales de la república, especialista superior en derecho administrativo, magister en derecho administrativo, magister en administración pública mencion gestión por resultados, magister en derecho procesal constitucional, maestra te de la maestría en derecho laboral público y privado de la u central del Ecuador

Resumo

A proteção de dados pessoais constitui um direito fundamental relacionado à dignidade humana, à liberdade, à privacidade e ao livre desenvolvimento da personalidade. Com a expansão das tecnologias digitais, a coleta, o armazenamento e o processamento de informações pessoais passaram a ocorrer em grande escala, aumentando benefícios sociais e econômicos, mas também riscos de vigilância, perfilamento, discriminação e perda de controle sobre os dados. O estudo analisa a proteção de dados pessoais como bem jurídico protegido no ordenamento jurídico equatoriano, destacando sua autonomia em relação ao direito à intimidade e sua relação com a autodeterminação informativa. Examina-se o poder do titular de conhecer, decidir e controlar o tratamento de suas informações, bem como os princípios, direitos, obrigações e mecanismos de tutela previstos na Constituição da República do Equador, na Lei Orgânica de Proteção de Dados Pessoais e em seu Regulamento Geral. Também são abordados os desafios decorrentes do tratamento massivo de dados e do uso de sistemas de inteligência artificial, ressaltando a necessidade de transparência, segurança, proporcionalidade, responsabilidade e supervisão. Conclui-se que a proteção de dados deve colocar a pessoa no centro das decisões relacionadas ao tratamento de suas informações, garantindo o respeito aos direitos fundamentais diante da transformação digital.

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Atualizado em 25/09/2026 15:35
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